Com cultura como estratégia, Clube do Valor projeta alcançar R$ 10 bi ainda em 2026

O mercado de consultoria financeira no Brasil entrou, de vez, numa fase em que “crescer” não é apenas captar mais clientes, é escala com consistência, governança e entrega real de valor. É nesse contexto que o Clube do Valor entra em 2026 mirando R$ 10 bilhões sob gestão e aconselhamento até o fim do ano, apoiado por crescimento acelerado e uma operação já estruturada para ganhar escala.
Quem é o Clube do Valor e por que esse case chama atenção
De acordo com a Infomoney, fundado em 2015 por Ramiro Gomes Ferreira e Bruno Strack, o Clube do Valor nasceu como reação a distorções do modelo tradicional de distribuição, especialmente quando o incentivo comercial pode competir com o melhor interesse do cliente. A casa manteve a tese: operar exclusivamente no modelo fee-based, mesmo quando isso poderia desacelerar o crescimento no curto prazo, e evoluiu para uma proposta de “CFO da vida”, com visão 360º que vai além da alocação de ativos.
Além disso, o artigo destaca uma operação robusta em gente e estrutura (e em expansão), com crescimento expressivo do patrimônio sob aconselhamento e uma base relevante de clientes.
A chave do crescimento, segundo os sócios: cultura
O ponto mais forte do case é a tese central: “cultura é a nossa estratégia”, não como slogan, mas como método de gestão. A matéria descreve a cultura como aquilo que a liderança tolera e incentiva, com rituais semanais, comitês internos e avaliações de desempenho ancoradas em valores como integridade, transparência e foco no cliente.
E aqui está a leitura prática: quando o mercado fica mais concorrido (e mais observado por reguladores como CVM e ANBIMA), processo, evidência, padrão de entrega e conduta deixam de ser “diferencial” e viram pré-requisito. Cultura forte sustenta justamente isso: consistência no atendimento, disciplina no crescimento e qualidade de time.
Onde entram Acordo de Sócios e Partnership nessa história
Cultura só vira estratégia quando ela é traduzida em regras e incentivos. É aqui que Acordo de Sócios e Partnership deixam de ser “jurídico” e viram engenharia de crescimento:
- Retenção de talentos: clareza de trilha, critérios e horizontes (não depende de carisma ou promessa).
- Meritocracia de verdade: performance e comportamento premiados com critérios objetivos — e não por política interna.
- Governança e ritmo de decisão: quem decide o quê, como se resolve impasse, como se prioriza crescimento sem perder padrão.
- Proteção do que foi construído: regras de saída, compra e venda de participação, não concorrência, confidencialidade e continuidade.
Em outras palavras: acordo e partnership “colocam no papel” o que a cultura quer manter em pé quando o escritório dobra de tamanho.

Como a Veritas ajuda escritórios a implementarem cultura, acordo e partnership
Na prática, a Veritas atua como a especialista para tirar isso do discurso e levar para a execução, com entregáveis claros, como:
- Diagnóstico de cultura e modelo de sociedade (papéis, incentivos, riscos e gargalos de decisão)
- Arquitetura do Partnership (critérios, trilhas, ritos, metas, governança, retenção)
- Acordo de Sócios completo (regras de entrada/saída, compra e venda, blindagens, votação, conflitos e continuidade)
- Implementação (rotina de governança, comunicação interna, documentação e padronização)

Fechamento
Se a tese do Clube do Valor é que cultura é estratégia, a consequência é direta: escritório que quer escala com qualidade precisa de governança, regras e incentivos alinhados, e isso passa por Acordo de Sócios + Partnership bem estruturados.
Se você quer implementar isso no seu escritório com segurança e método, me chame e vamos marcar uma reunião para mapear seu momento, o desenho ideal de partnership e o modelo de acordo mais adequado para a sua realidade.


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Fonte: Veritas Consultoria Empresarial
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